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Itaúsa aprova R$ 1,3 bilhão em JCP; acionista precisa ter papel até 19 de março de 2026

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A Itaúsa (ITSA4) vai distribuir R$ 1,3 bilhão em juros sobre o capital próprio (JCP), conforme comunicado enviado ao mercado nesta segunda-feira (16).

O valor bruto definido pelo conselho é de R$ 0,116 por ação, quantia que cai para aproximadamente R$ 0,09 após a retenção de Imposto de Renda.

Índice

Data de corte e pagamento

Para ter direito ao provento, o investidor deve possuir o papel na carteira até 19 de março de 2026. O crédito será realizado até 31 de agosto de 2026.

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Desempenho das ações

Mesmo após avanço de 50 % nos últimos 12 meses, os papéis da holding operam em máximas históricas. O Banco Safra revisou o preço-alvo para R$ 18, o que sugere potencial de alta adicional de cerca de 30 % até o fim do ano.

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Fatores que sustentam a tese

Entre os vetores apontados pelo Safra estão:

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  • Previsão de eliminação, em 2027, da ineficiência tributária sobre o JCP recebido do Itaú Unibanco (ITUB4);
  • Participações em empresas fechadas — Aegea e Copa Energia — ainda registradas com base em avaliações defasadas;
  • Desconto de aproximadamente 200 pontos-base no valor líquido dos ativos (NAV) ao se considerar valores justos, sendo 150 p.b. referentes à Aegea e 50 p.b. à Copa Energia.

Aumento de participação na Aegea

Em fevereiro, a Itaúsa investiu R$ 418 milhões para elevar sua fatia na companhia de saneamento de 12,88 % para 13,27 %. A subscrição foi precificada a R$ 55,29 por ação, equivalente a três vezes o valor contábil anterior.

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Com a operação, a holding reforçou a exposição ao segmento e sustentou a avaliação do banco de que o ativo segue descontado.

Com informações de Money Times

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