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XP reforça confiança em construtoras do Minha Casa, Minha Vida e aponta Cury (CURY3) como ação preferida

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A XP Investimentos manteve a recomendação otimista para empresas voltadas ao segmento de baixa renda e destacou a Cury (CURY3) como principal escolha no setor. A avaliação foi publicada em relatório de 23 de março de 2026 pelos analistas Ygor Altero e João Rodrigues.

Índice

Recursos adicionais podem chegar a R$ 30 bilhões

Entre os fatores que sustentam a tese, a corretora projeta que até R$ 30 bilhões oriundos do Fundo Social, abastecido por royalties do petróleo, sejam direcionados à habitação em 2026. A maior parte desses recursos deve beneficiar a Faixa 3 do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), área em que a Cury tem forte atuação.

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Impacto da reforma do Imposto de Renda

Outro ponto apontado pela XP é a reforma do Imposto de Renda em vigor desde janeiro, que isentou quem recebe até R$ 5 mil mensais. Segundo a corretora, a medida eleva a renda disponível de aproximadamente 20,4 milhões de brasileiros, aumentando a capacidade de financiamento imobiliário. Além disso, cerca de 4,7 milhões de trabalhadores informais com ganhos acima de R$ 5 mil podem ser estimulados a formalizar seus rendimentos, ampliando o valor permitido para crédito habitacional.

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Possíveis ajustes no FGTS

O Conselho Curador do FGTS discute mudanças que incluem elevação dos limites de renda e do teto de preço dos imóveis no programa. Caso aprovadas, essas alterações devem ampliar o público elegível e beneficiar construtoras focadas no MCMV.

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Outras empresas citadas

Além da Cury e da Direcional (DIRR3), o relatório menciona Tenda (TEND3), Plano & Plano (PLPL3) e MRV (MRVE3) como companhias posicionadas para aproveitar o cenário favorável.

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XP reforça confiança em construtoras do Minha Casa, Minha Vida e aponta Cury (CURY3) como ação preferida - Imagem do artigo original

Imagem: agências de notícias e redações

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Riscos no horizonte

A XP também lista possíveis obstáculos para o setor: escassez de mão de obra e mudanças no regime de trabalho (6x1), pressão inflacionária decorrente de petróleo caro e tensões geopolíticas, deterioração fiscal após as eleições de 2026 e aumento da concorrência em um ambiente macroeconômico mais positivo.

Com informações de Seu Dinheiro

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